Este blog é dedicado à banda carioca Los Hermanos.

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Sábado, Abril 30, 2005


... chuva traz o meu benzinho...

Quem perdeu o programa "Um barzinho, um violão - Jovem Guarda" no Multishow a reprise é amanhã as 17:53. Esse programa contou com a participação de vários artistas tocando musícas da Jovem Guarda, entre eles Rodrigo Amarante e Fernanda Takai cantando "O Ritmo da Chuva".

postado por: DANIEL CASTRO 00:21 ::. Fórum .::



Quinta-feira, Abril 28, 2005


Entrevista quase inédita.

Em 2002 eu consegui uma entrevista por e-mail com Marcelo Camelo e Bruno Medina para um site que construi sobre música chamado 3D. O site acabou, mas esta entrevista ainda está em meus arquivos. Embora sendo de 2002, há muita coisa interessante nela nunca dita pelos hermanos em outras entrevistas. Por ela conter 20 perguntas ( o que considero grande aqui pro blogger) dividirei-a em partes . Espero que todos que apreciem.

A um passo do próximo disco (original de meados de 2002)

Daniel Junior - Eu vou começar perguntando a vocês se existe uma predileção por trabalhar com tons menores nas composições se não me engano, no "Bloco do Eu Sozinho", somente "Sentimental" e uma outra canção do cd fogem destas características ou se isso é apenas uma coincidência?

Marcelo Camelo - Acho que os tons menores recebem melhor os temas tristes. Essa predileção é quase motivo de piada entre nós. Acho que 70% das minhas músicas são em lá menor.

DJ - Até 1984, as bandas de rock no Brasil tinham como ingrediente nas letras: canções de amor com refrões que grudavam no ouvido e tocavam muito em rádio ou com temas engraçadinhos , o que no underground eles chamam de forfun. Deste ponto em diante, bandas do Rio Grande do Sul, São Paulo e principalmente Brasília vieram com outro tipo de texto: refinado, sarcástico e cheio de referências na arte, sem contar com as misturas no estilo. O Los Hermanos sofreu algum tipo de influência de bandas de rock do Brasil dos anos 80? Se não, quais foram as principais influências para começarem a tocar.

Marcelo - Como nossa banda não foi fundada a partir de convergências de gostos temos 4 histórias diferentes. Como compositor não tive nenhuma influência do rock brasileiro dos anos 80. Eu comecei a prestar a atenção em música brasileira já mais velho, com uns 16 anos (1994). Comecei a ouvir bandas como o Little Quail, Repolho, Graforréia Xilarmônica, Ultramen, até que conheci o Acabou la Tequila. Aquilo mudou minha relação com a música, me deu um clic e comecei a entender que as coisas das quais eu gostava tinham muito a ver com música brasileira, com lamento de lavadeira, cantiga de roda samba... Eu vi o acabou la tequila tocando Carimbó, do Pinduca e Vou Festejar ("chora, não vou ligaaar"). Nem eram um banda regional, de resgate. Faziam aquilo como se fosse a mesma coisa, sem fantasias, sem se vestir de resgatista. Tinha também a música O Fim (¿é o fim, tudo que havia se acabou, restou a dor do nosso amor, não sei o que fazer da vida sem você pra mim.¿) Uma música triste, dramática, mas executada com vigor. Eu também curtia muito as melodias do pessoal do sul do país. O Repolho (Chapecó) tinha melodias incríveis, e uns erros, umas desafinações. Todas essas bandas começaram a mostrar a importância do lado torto da coisa, dos desafinos, das imperfeições. Depois eu comecei a ouvir muito samba e assim estou.

DJ - Sem querer entrar naquela discussão, que já se tornou tradicional, acerca da relação da Abril Music com o ¿Bloco¿, e, sim explorando um pouco o ¿o que aconteceu depois¿: a gravadora tomou algum tipo de ¿atitude¿ após os tremendos elogios que o disco ganhou, sendo eleito por vários meios de comunicação como o melhor cd de 2001? Existiu um agrado, um afago por parte dos executivos ou ficou mais ou menos como se nada tivesse acontecido)?

Bruno Medina - Devo admitir que as coisas realmente mudaram. Talvez eles tenham percebido que existem outras coisas positivas para se conquistar sem ser grandes vendas. Houve tb um pouco de "vcs não fizeram o que mandamos e agora vão ver" mas depois de um ano as coisas estão mais tranqüilas e já se fala em interesse por um próximo disco.

DJ - Quando eu comecei a escutar rock internacional, lá pelos idos de 82-83, existiam poucos rótulos. Era assim; heavy metal, progressivo e o simples e puro rock. O Iron Maiden era apenas heavy metal, o Genesis e o Yes eram progressivo, o Aerosmith e o Kiss eram apenas rock. Hoje em dia existem tantas nomenclaturas. Trash, Death, Glam, Prog, Metal Melódico, Pop Rock, Fusion, Sinfônico, Doom, Black, Speed... E por aí vai. Aqui no Brasil nunca houve muito essas distinções, apesar de toda a mistura que o brasileiro sempre fez. O Los Hermanos parece ser uma banda pronta e aberta a tudo. Essa afirmação é simplista ou se encaixa bem na filosofia de vocês?

Marcelo - Você matou a "charada". Simples é o que somos. A gente toca e se diverte. Se não está bom, não está. Se está, então vamos. Não temos tempo pra ficar pensando sobre o público alvo, sobre o que não podemos fazer. A gente se sente livre a beça. Tenho a mesma impressão de que estamos livres e abertos pra tudo.

DJ - Poderemos no próximo disco dos Los Hermanos ter composições do Bruno e do Barba?

Marcelo - Tomara! Acho que os dois são brilhantes, ambos têm linguagem própria, peculiar. Eu boto a maior fé!

Bruno - Eu estou tentando, mas acho muito difícil, compor é uma arte preciosista e de perseverança. O Barba não me parece ter essa ambição.

DJ - Entre os elementos que encantam todos aqueles que escutam os Los Hermanos, um que se destaca é a pureza e o lirismo encontrado nas canções, tanto do ponto de vista do texto como da música. Vocês acham que existe uma geração carente de canções que personificam uma "pessoa diferente" dos temas que se escutam hoje em dia? Seriam Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante herdeiros inconscientes autorais de Cazuza e Renato Russo?

Bruno - Acho realmente que existe uma carência de boas letras em nossa geração. A maioria das bandas de nossa época concentram o conteúdo de suas letras em frivolidades do dia a dia, falta poesia, metáforas, frases que despertem o imaginário e insinuem outras interpretações. Acho que ainda está cedo para apontar Rodrigo e Marcelo como herdeiros de alguma coisa, mas na minha opinião ambos são fortes candidatos, os melhores de nossa geração.

Marcelo - Poxa, obrigado Bruno.

DJ - Já pensaram em criar um selo e dar espaços a outras bandas legais do Brasil?

Marcelo - Não. Nunca pensei. Acho que eu não tenho esse talento.

DJ - O Rio de Janeiro ainda é uma cidade maravilhosa?

Bruno - Sim, apesar de muito violenta ainda é um lugar com muito boa qualidade de vida. Já viajei muito pelo Brasil e sinceramente não me lembro de ter visitado nenhuma cidade semelhante ao Rio. Gosto muito de morar aqui.

DJ -Caetano ou Gilberto Gil? Ou nenhum dos dois? Mais alguém...?

Marcelo - Chico Buarque. Mas os três são incríveis

DJ - O país em ano eleitoral sabe mais acerca da seleção brasileira e seus problemas, do escravismo ao vício da personagem da novela das oito, do que dos projetos e pastas dos pré-candidatos à presidente da República. Esse também é um retrato do atual consumidor de música no Brasil? Um povo alheio a outros tipos de artistas, de música, de conceitos, de arte?

Marcelo - Temos de lembrar que o mercado consumidor é mantido e alimentado por pessoas que ganham muito bem. Mas eles se colocaram em crise agora. Isso vai mudar já. Acho que sempre houve coisas boas e coisas ruins acontecendo. Às vezes as ruins prevalecem por um tempo, mas o que tem identidade é o que fica. Ninguém vai comprar o primeiro disco do pokemon vai? E tem um monte de bandas que são como o pokemon, que vendem um, dois discos e não voltam nunca mais.

Continua...

postado por: DANIEL DA COSTA JUNIOR 20:53 ::. Fórum .::



Terça-feira, Abril 19, 2005


+ Admiradores

Na revista OI, 16ª edição, entre tantas matérias interessantes, existe um encontro entre dois grandes ícones da história da MPB, Ezequiel Neves - conhecido principalmente por ter descoberto Cazuza e produzido os grandes discos do Barão Vermelho - e Nelson Motta, historiador, compositor, escritor da trajetória da música popular no Brasil, além de parceiro de Lulu Santos em clássicos do roqueiro carioca, como por exemplo Como Uma Onda No Mar. Na conversa do dois, falando sobre bandas atuais, Ezequiel Neves refere-se assim aos barbudos: ... O Barão venceu isso. Eu admiro grupos como o Kid Abelha, os Paralamas, os Titãs. Gosto muito do Skank. E agora eu gosto de um grupo chamado Detonautas. Tem os Los Hermanos... Mas eu acho um pouco mauricinho demais. O texto segue com a opinião de Nelson Motta: Eu acho interessantíssimo. Na música deles tem tanto de Jovem Guarda, de bossa nova, de samba tradicional, de rock brasileiro, tanto de coisa mais regional... É realmente uma amálgama de todas essas formas. Da Bossa Nova para cá, tem tudo nos Los Hermanos. Esta edição permanece nas bancas.

postado por: DANIEL DA COSTA JUNIOR 23:48 ::. Fórum .::



Sábado, Abril 16, 2005


...Entre a Verdade e o Rock Inglês

Sensacional mais uma vez o show do Los Hermanos nessa edição do Abril Pro Rock. O set-list foi um pouco mais curto que o da apresentação no Circo Voador mas as variações foram poucas, começaram com "Todo Carnaval..." seguida de "Retrato Pra Iaiá" e acabou com "De Onde Vem a Calma". As músicas novas "O Vento" e "Pois é" foram tocadas, rolou também um trecho instrumental de uma outra música que como eles disseram na hora "está em processo...".

Como dá pra ver nas fotos no post do Felipe aqui em baixo o pavilhão do Centro de Convenções estava lotado e a galera cantando as músicas como de costume. Um dos momentos interessantes da apresentação foi um solo que o Amarante fez (não lembro agora em que música foi, alguém lembra?) tocado a guitarra com a boca e em seguida fez menção a indicação de melhor instrumentista no Prêmio Multishow de Música Brasileira.

Em seguida o Placebo fez seu primeiro show no Brasil, os caras mandaram um show repleto singles do último disco "Once More With Feelings" mostrando toda a tradição e competência do rock inglês. Foi uma noite espetacular...

postado por: DANIEL CASTRO 09:46 ::. Fórum .::


Fotos do show no Abril pro Rock

Fotos do show, tiradas do site do Jornal do Commércio/PE.





postado por: felipe bravo 02:37 ::. Fórum .::



Sexta-feira, Abril 15, 2005


Los Hermanos na capital pernambucana

Os hermanos já estão em Recife para o show de hoje. Eles chegaram ao aeroporto por volta do meio-dia.


Os hermanos hoje, no aeroporto de Recife

postado por: felipe bravo 14:32 ::. Fórum .::


Los Hermanos hoje no APR

É hoje a apresentação dos hermanos aqui em Recife, no festival Abril pro Rock. Saiu uma matéria bem legal no Jornal do Commércio/PE, inclusive com destaque na capa como vocês podem conferir aqui. Abaixo segue a reportagem.

Los Hermanos volta ao Abril Pro Rock
Banda que se apresenta hoje, no Centro de Convenções, lançou este ano o DVD Los Hermanos no Cine Íris, com show e documentário
DIANA MOURA BARBOSA


Uma vez, o cantor australiano Nick Cave, vocalista da banda Nick Cave and the Bad Seeds, declarou numa entrevista que montou um estúdio superbem-equipado, com dois pianos, computador turbinado com softwares musicais, violões e guitarras, longe de sua casa - que já tinha um outro estúdio com tudo que ele tinha direito - para poupar sua família da indignidade do processo de criação artística. Quase uma década depois, qualquer pessoa que tenha lido sua afirmação e assistido ao filme Além do que se Vê, documentário sobre a criação do álbum Ventura, da banda Los Hermanos, vai ficar com a clara sensação de que alguma coisa não se encaixa. Há uma enorme diferença entra a angústia citada por Cave e a descontração que surge nos cerca de 60 minutos que compõem o vídeo.

Além do que se Vê é parte integrante do DVD Los Hermanos no Cine Íris, que apresenta a gravação de um show da banda no centenário cinema do centro do Rio de Janeiro, num concerto de 20 músicas, a maioria do CD Ventura, lançado em 2003. O DVD, que chegou às lojas no início desse ano, é uma espécie de manifesto do Los Hermanos way of life e, como tudo na carreira banda, funciona meio ao contrário do circuitão da indústria fonográfica no mundo. Resta saber se o jeito 'ao avesso' é proposital ou finamente tecido pelo acaso.

Se não, vejamos: 1. O DVD estava quase pronto no ano passado, mas não foi 'acelerado' para chegar às lojas a tempo da troca de presentes do fim de ano, 2. O trabalho é lançado quase no último suspiro do Ventura (chegou a ser anunciado que a turnê do disco seria encerrada no Recife, na final do festival Microfonia, em novembro do ano passado), 3. A banda dispensou o formato MTV - e toda a mídia que deriva dessa sigla - para apostar na produção do seu próprio vídeo, 4. O grupo preferiu gravar o show num cinema antigo e apertadinho a um palco imenso, onde caberiam muito mais fãs entusiasmados do quarteto, 5. Isso para não falar do velho clichê de que eles começaram com um sucesso retumbante (Anna Júlia), para depois ter que desconstruir e reconstruir a carreira toda de novo.

Dessa forma, Los Hermanos no Cine Íris é condizente com toda a trajetória da banda. O DVD foge da escala grandiosa dos mega-espetáculos e se concentra na delicadeza dos detalhes. Em alguns momentos do show, a banda sai de cena, para que os espectadores possam captar imagens do jogo de mãos da platéia presente, o público emocionado, fazendo coro de olhos fechados, o pequeno cinema lotado, o burburinho na frente do Cine Íris antes de as portas se abrirem. Tudo é muito Los Hermanos neste DVD, desde a falta de figurino especial, até a produção minimalista. Não há cenário grandioso, iluminação cinematográfica nem efeitos especiais. Cine Íris se concentra apenas no maior patrimônio de uma banda: a inteligência de suas letras, a competência das melodias, a sofisticação dos arranjos e dos timbres e a empatia quase mágica que se tem com o público.

E é esse mesmo público, que se deixa cativar pela aparente simplicidade da banda, que embarca feliz na viagem de composição do Ventura, quando os integrantes da banda se trancaram num sítio, no Rio de Janeiro, para criar o disco. Pelas imagens apresentadas no documentário, compor um disco se aproxima de um fim de semana de férias em Aldeia, com direito a muitas piadas, banho de piscina e brincadeiras que só os homens, de preferência em bando, conseguem entender e achar engraçado. Assim, como quem não quer nada, com aquele jeitinho despretensioso de quem grava uma fita demo e mostra timidamente ao melhor amigo, Los Hermanos no Cine Íris/Além do que se Vê guarda pequenas delícias para os afortunados que comprarem o DVD. O público que confere o documentário tem acesso a letras inacabadas, votação para escolha do nome do CD, Rodrigo Amarante dizendo que busca o título de suas músicas em cordéis e bancas de revista, o mesmo Amarante fazendo bateria no ar enquanto ouve uma gravação caseira da banda, sem contar com a alegria contagiante do grupo.

Para os pernambucanos, o DVD ainda traz um bônus com gostinho especial. Estão em cena a primeira grande apresentação do Ventura, no Abril Pro Rock de 2003, e uma cena dos hermanos dando uma conferida no porto do Recife. Por falar nisso, quem quiser carimbar o passaporte para o próximo DVD da banda (quem sabe?) pode conferir o show dos rapazes hoje à noite, dentro da programação do Abril Pro Rock.

postado por: felipe bravo 09:18 ::. Fórum .::



Quinta-feira, Abril 14, 2005


Um hermano e um legionário

O sumido guitarrista da Legião Urbana Dado Villa Lobos lançará o seu primeiro dvd pelo selo Mtv, intitulado MTV Apresenta Dado Villa-Lobos. O legionário já disse por diversas vezes a admiração que tem pela música dos barbudos e até diz que o Bloco do Eu Sozinho é um dos melhores discos que já escutou. Tietagens a parte, no dia da gravação do show ao vivo com convidados especiais, como os Paralamas do Sucesso e Dinho do Capital Inicial, Dado contou na platéia com Caetano Veloso, Regina Casé, Fernanda Abreu e o ruivo, Rodrigo Amarante. + informações no site da Mtv. Para quem não sabe os LH na turne do primeiro disco tocava Ainda é Cedo; Dado inclusive já dividiu o palco com os barbudos.

postado por: DANIEL DA COSTA JUNIOR 22:01 ::. Fórum .::


Ela canta Los Hermanos

Roberta Sá, cantora revelada no programa da TV Globo, Fama, acaba de lançar seu cd de estréia Braseiro, pela Som Livre. Roberta Sá gravou em seu debut Casa Pré-Fabricada do Bloco do Eu Sozinho. Seu show foi elogiado e você pode ver a crítica aqui no blog de Antônio Carlos Miguel, de "O Globo Online". Caso queira + informações sobre o disco clique aqui e leia mais no site da Som Livre.

postado por: DANIEL DA COSTA JUNIOR 19:53 ::. Fórum .::



Quarta-feira, Abril 13, 2005


Blogs of Note

Nessa semana, fomos um dos dez blogs em destaque na página inicial do Blogger, pela quarta vez. Só posso agradecer ao Blogger, aos meus amigos Daniel Castro, Daniel Júnior e Bruno Marques que estão me ajudando a manter o blog, fazendo um trabalho nota dez e a vocês que estão aqui diariamente lendo as novidades sobre os hermanos. Valeu !!

postado por: felipe bravo 22:57 ::. Fórum .::



Terça-feira, Abril 12, 2005


Os barbudos indicados ao Prêmio Multishow

Os Los Hermanos foram indicados ao Prêmio Multishow em duas categorias: melhor banda e melhor instrumentista, na pessoa de Rodrigo Amarante, como guitarrista. Concorrendo com a banda carioca a melhor banda foram indicados: Jota Quest, Skank, Rappa e Charlie Brown Jr. Na categoria instrumentista, concorrem com o Ruivo nada menos do que Roberto de Carvalho, Roberto Frejat e Junior, irmão de Sandy. Clique aqui e vote no site.

postado por: DANIEL DA COSTA JUNIOR 21:54 ::. Fórum .::


Disco Novo Tem Lançamento Previsto Para Agosto

Bruno Medina falou em entrevista para o pe360graus que o novo CD está previsto para ser lançado em agosto próximo. O conteúdo da entrevista é bastante semelhante ao da mostrada no post anterior, quem quiser dar uma olhada é só clicar nesse link

postado por: DANIEL CASTRO 17:40 ::. Fórum .::



Sábado, Abril 09, 2005


Entrevista do Bruno Medina para o site Recife Rock

Na próxima sexta-feira o Los Hermanos vai estar fazendo sua quinta participação no Abril Pro Rock em 13 anos de festival, o Bruno Medina deu uma entrevista ao Bruno Negaum do site Recife Rock, vejam alguns trechos:

"Do Abril Pro Rock 2003 pra cá vocês já tocaram em Pernambuco sete vezes. De onde vem e o que vocês acham dessa identificação e carinho que o público pernambucano tem com a banda?

Acho que se relaciona um pouco com o fato da banda ter se lançado aí. Acho que Pernambuco se sente um pouco parte da nossa história, e de fato é. Existe ainda uma outra parte que não tem muita explicação, é afinidade mesmo, gosto. Tanto do público quanto da banda.

No Abril Pro Rock 2003 vocês tocaram O Vencedor e Cara Estranho, que eram inéditas na época. Vai rolar alguma do próximo cd nesse show?

É bem provável. Não posso garantir isso porque depende de vários aspectos, mas existe a vontade de mostrar alguma coisa nova, vamos tentar tornar isso possível.

Vocês já viram a programação do Abril Pro Rock 2005? Que shows vocês tem curiosidade de ver?

Fiquei sabendo que se fala que essa é a melhor edição em muitos anos, realmente tem muita coisa boa... Gostaria de ver o Placebo, o Mombojo X Arto Lindsay e a Orquestra Manguefônica."


Veja a entrevista na integra aqui

postado por: DANIEL CASTRO 12:16 ::. Fórum .::



Sexta-feira, Abril 08, 2005


Ravena

Peço licença a vocês para colocar o link para a página da minha banda, Ravena. Estou colocando aqui no blog porque foi Los Hermanos que influenciou a banda desde o começo, quando fazíamos covers. Lá no site tem três músicas gravadas ao vivo para vocês ouvirem. Espero que gostem !!! Clique aqui para conhecer.

postado por: felipe bravo 23:59 ::. Fórum .::



Quinta-feira, Abril 07, 2005


Ouça as músicas novas

As duas novas músicas dos hermanos, apresentadas no show do Rio de Janeiro, já estão circulando na net há algum tempo. A Hazey Jane do blog Cansei de Ilusões me passou o áudio das músicas e estou colocando aqui para vocês conferirem.

O Vento
Pois é

* Para salvar clique com o botão direito sobre o link e escolha 'salvar destino como ...'

postado por: felipe bravo 00:59 ::. Fórum .::



Domingo, Abril 03, 2005


Los Hermanos na International Magazine

Com o título de Los Hermanos O Show do Ano em DVD, o jornal de música International Magazine coloca os barbudos mais uma vez na capa de sua publicação mensal. A matéria é escrita por Rodrigo Sabatinelli que comete alguns equivocos, como por exemplo, dizer que o Rodrigo Amarante entrou no lugar do Patrick, fato que todos nós sabemos não ser verdade. O jornalista ainda bate na tecla da briga da Abril com os Hermanos á época do lançamento do Bloco, o que demonstra o quanto a imprensa prende-se a ganchos jornalísticos para escrever suas matérias e pautas. Apesar de pequenas falhas aqui e ali, a matéria elogia o show e faz um pequeno resumo da trajetória vitoriosa dos Hermanos. Caso o jornal não chegue a sua cidade o e-mail para assinaturas e informações é magainter@yahoo.com.br

postado por: DANIEL DA COSTA JUNIOR 14:23 ::. Fórum .::


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